caminhos

Pode se disser que sempre escolhemos os caminhos de uma forma consciente? Será que somos nós que fazemos as escolhas, ou nós simples mente nos seguramos no que é mais confortável, no que esta mais fácil, será que nós abandonamos os sonhos que seriam a realização das nossas vidas porque nos achamos incapazes de realizá-los? Ou nos abandonamos nossos sonhos por medo do que vai ser de nossas vidas depois que formos completados,

Muito cedo, ainda na infância todos já sabem o que gostariam de fazer, todos nós somos impelidos a tentar realizar o melhor de nossas vidas, mas, a medida que o tempo passa nós nos tornamos escravos da rotina, e passamos a temer o desconhecido, saber a diferença entre realidade e sonhos e o que separa os loucos dos conscientes, mais não são infinitamente mais felizes os loucos por viverem suas fantasias, o que nos acorrenta na realidade de uma rotina repetitiva e desmotivadora, somos pouco a pouco sugados de nossas fantasias e sonhos, perdemos todas as nossas alegrias e deixamos de perceber todas as coisas simples.

Podemos ser cristãos, muçulmanos, protestantes, espíritas e até mesmo ateus, mais sempre vai existir entre todas essas filosofias (e outras também) uma linha que liga certas idéias, a de que o homem e guiado na vida por suas vontades ou motivações, dirão os espíritas que se trata da sua missão no mundo, os cristãos e protestantes irão dizer se tratam de seu destino traçado por Deus, os árabes muçulmanos irão falar que se trata de uma palavra sem tradução literal, maktub, que pode ser traduzida como “está escrito”, e os ateus irão dizer com base em estudos psicológicos que se trata das manifestações do seu inconsciente sobre sua consciência que irão moldar suas escolhas...

Mas o mais importante e saber que se tem exatamente o que se quer, porque e muito fácil acreditar que o destino e cruel, que Deus está castigando por algum erro, que não se teve oportunidades na vida, tudo isso e muito fácil. Difícil e parar por um momento e passar a vida a limpo (apesar de que na vida não existe tempo para se fazer um rascunho), reconhecer os próprios erros, e não culpar os outros por nossas falhas, Por que no momento em que se assumem as responsabilidades sobre os próprios atos se tem o poder de corrigir os próprios erros, e de se tornar senhor do próprio destino.

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